INÊS BARAHONA
Inês Barahona (Lisboa, 1977) é licenciada em Filosofia e Mestre em Estética e Filosofia da Arte pela Faculdade de Letras (Universidade de Lisboa).
Ingressou no Centro de Pedagogia e Animação, do Centro Cultural de Belém, em 2005, sob a direção de Madalena Victorino, onde desenvolveu projetos de relação entre as artes e a educação para público escolar, familiar e especializado. Desenvolveu, em 2008, com Madalena Victorino e Rita Batista, para a Direção-Geral das Artes, O Livro Escuro e Claro, cuja distribuição acompanhou em 2012, dando formação a equipas e professores. Colaborou ainda na conceção da exposição Uma Carta Coreográfica, da autoria de Madalena Victorino, para a Direção-Geral das Artes. Integrou a equipa de Giacomo Scalisi, vertentes de Produção e Relação com a Comunidade, na inauguração do Teatro Municipal de Portimão, em 2008.
Trabalha em áreas como a escrita e a dramaturgia com Madalena Victorino, Giacomo Scalisi, Teatro Regional da Serra de Montemuro, Catarina Requeijo, Ana Vargas e Guilherme Gomes. Encenou, em 2012, o espetáculo A Verdadeira História do Teatro, para o Teatro Maria Matos; em 2013, A Verdadeira História da Ciência, para a Fundação C. Gulbenkian.
Fundou, em 2014, a companhia Formiga Atómica – companhia de que é diretora artística – com Miguel Fragata, com quem cocriou os espetáculos A Caminhada dos Elefantes (2013), The Wall (2015), A Visita Escocesa e Do Bosque para o Mundo (2016), Montanha-Russa (2018), Fake (2020), O Estado do Mundo (Quando Acordas) (2021), Má Educação (2022), Terminal (O Estado do Mundo) (2024) e Só Mais Uma Gaivota (2025, considerado um dos melhores espetáculos desse ano, pelos jornais Expresso e Público), ocupando-se da escrita dos textos.
É autora, a par com Miguel Fragata, do livro Ciclone — Diário de uma Montanha-Russa, editado pela Orfeu Negro e vencedor do Prémio Autores SPA (2020).
Dá formação na área da escrita e mediação.
MIGUEL FRAGATA
Miguel Fragata (Porto, 1983) é licenciado em Teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Completou o Bacharelato em Teatro na Escola Superior de Música e das Artes do Espetáculo.
Trabalhou como intérprete em espetáculos de Gabriel Villela [Brasil], José Carretas, Pompeu José, José Rui Martins, Cristina Carvalhal, Jorge Andrade/mala voadora, Agnès Desfosses [França], Madalena Victorino, Giacomo Scalisi, Catarina Requeijo, Jacinto Lucas Pires, Rafaela Santos, Vera Alvelos, entre outros.
Em 2014, com Inês Barahona, fundou a Formiga Atómica, companhia de que é diretor artístico e onde desenvolve trabalho como encenador. Entre as suas criações, destacam-se: A Caminhada dos Elefantes (2013) — espetáculo de que é também ator a solo e que interpreta, há mais de 10 anos, em quatro línguas —, The Wall (2015), Do Bosque para o Mundo (2016), Montanha-Russa (2018), Fake (2020), Pranto de Maria Parda (2021), O Estado do Mundo (Quando Acordas) (2021), Má Educação (2022), Terminal (O Estado do Mundo) (2024) e Só Mais Uma Gaivota (2025, considerado um dos melhores espetáculos desse ano, pelos jornais Expresso e Público).
Os seus espetáculos têm sido apresentados em teatros e festivais por todo o território nacional, Espanha, França, Suíça, Bélgica, Alemanha, Brasil e Colômbia.
Leciona, desde 2021, o atelier de Interpretação do 3º ano do curso profissional da ACT — Escola de Atores.
É autor do livro Pranto de Maria Parda, editado pela Bicho do Mato e, a par com Inês Barahona, do livro Ciclone — Diário de uma Montanha-Russa, editado pela Orfeu Negro e vencedor do Prémio Autores SPA (2020).