A Formiga Atómica é uma companhia de teatro, fundada e dirigida por Miguel Fragata e Inês Barahona. As suas criações inscrevem-se em questões contemporâneas e destinam-se a todo o público. Os espetáculos da Formiga Atómica são habitualmente antecedidos por períodos de pesquisa motivados pela questão e públicos que abordam.

 

Entre as suas criações destacam-se A Caminhada dos Elefantes (2013), The Wall (2015), A Visita Escocesa (2016), Do Bosque para o Mundo (2016), Montanha-Russa (2018, Fake (2020), O Estado do Mundo (Quando Acordas) (2021), Má Educação – Peça em 3 Rounds (2022), Terminal (O Estado do Mundo) (2024) e Só Mais Uma Gaivota (2025).

 

A companhia circula regularmente por território nacional e internacional, tendo concebido a versão francesa de três dos seus espetáculos – La Marche des Éléphants (2016), Au-Delà de la Forêt, Le Monde (2017) e L’État du Monde (Un dur réveil) (2022, coprodução Théâtre de La Ville – Paris) – e a versão castelhana de dois deles – La Caminata de los Elefantes e Así Está el Mundo (Cuando Despiertas). O espetáculo A Caminhada dos Elefantes circula também, desde 2020, na sua versão alemã (Die Wanderung der Elefanten). Em 2018, Au-Delà de la Forêt, Le Monde foi o espetáculo de abertura da 72ª edição do Festival d’Avignon e, em 2024, Terminal (O Estado do Mundo) foi apresentado e coproduzido também pelo Festival d’Avignon. O espetáculo Só Mais Uma Gaivota, considerado um dos melhores espetáculos de 2025 pelos jornais Público e Expresso, terá também a sua versão francesa no final de 2026.

© Agathe Poupeney

INÊS BARAHONA

Inês Barahona (Lisboa, 1977) é licenciada em Filosofia e Mestre em Estética e Filosofia da Arte pela Faculdade de Letras (Universidade de Lisboa). 

Ingressou no Centro de Pedagogia e Animação, do Centro Cultural de Belém, em 2005, sob a direção de Madalena Victorino, onde desenvolveu projetos de relação entre as artes e a educação para público escolar, familiar e especializado. Desenvolveu, em 2008, com Madalena Victorino e Rita Batista, para a Direção-Geral das Artes, O Livro Escuro e Claro, cuja distribuição acompanhou em 2012, dando formação a equipas e professores. Colaborou ainda na conceção da exposição Uma Carta Coreográfica, da autoria de Madalena Victorino, para a Direção-Geral das Artes. Integrou a equipa de Giacomo Scalisi, vertentes de Produção e Relação com a Comunidade, na inauguração do Teatro Municipal de Portimão, em 2008. 

Trabalha em áreas como a escrita e a dramaturgia com Madalena Victorino, Giacomo Scalisi, Teatro Regional da Serra de Montemuro, Catarina Requeijo, Ana Vargas e Guilherme Gomes. Encenou, em 2012, o espetáculo A Verdadeira História do Teatro, para o Teatro Maria Matos; em 2013, A Verdadeira História da Ciência, para a Fundação C. Gulbenkian. 

Fundou, em 2014, a companhia Formiga Atómica – companhia de que é diretora artística – com Miguel Fragata, com quem cocriou os espetáculos A Caminhada dos Elefantes (2013), The Wall (2015), A Visita Escocesa e Do Bosque para o Mundo (2016), Montanha-Russa (2018), Fake (2020), O Estado do Mundo (Quando Acordas) (2021), Má Educação (2022), Terminal (O Estado do Mundo) (2024) e Só Mais Uma Gaivota (2025, considerado um dos melhores espetáculos desse ano, pelos jornais Expresso e Público), ocupando-se da escrita dos textos.

É autora, a par com Miguel Fragata, do livro Ciclone — Diário de uma Montanha-Russa, editado pela Orfeu Negro e vencedor do Prémio Autores SPA (2020).

Dá formação na área da escrita e mediação.

MIGUEL FRAGATA

Miguel Fragata (Porto, 1983) é licenciado em Teatro pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Completou o Bacharelato em Teatro na Escola Superior de Música e das Artes do Espetáculo.

Trabalhou como intérprete em espetáculos de Gabriel Villela [Brasil], José Carretas, Pompeu José, José Rui Martins, Cristina Carvalhal, Jorge Andrade/mala voadora, Agnès Desfosses [França], Madalena Victorino, Giacomo Scalisi, Catarina Requeijo, Jacinto Lucas Pires, Rafaela Santos, Vera Alvelos, entre outros. 

Em 2014, com Inês Barahona, fundou a Formiga Atómica, companhia de que é diretor artístico e onde desenvolve trabalho como encenador. Entre as suas criações, destacam-se: A Caminhada dos Elefantes (2013) — espetáculo de que é também ator a solo e que interpreta, há mais de 10 anos, em quatro línguas —, The Wall (2015), Do Bosque para o Mundo (2016), Montanha-Russa (2018), Fake (2020), Pranto de Maria Parda (2021), O Estado do Mundo (Quando Acordas) (2021), Má Educação (2022), Terminal (O Estado do Mundo) (2024) e Só Mais Uma Gaivota (2025, considerado um dos melhores espetáculos desse ano, pelos jornais Expresso e Público).

Os seus espetáculos têm sido apresentados em teatros e festivais por todo o território nacional, Espanha, França, Suíça, Bélgica, Alemanha, Brasil e Colômbia.

Leciona, desde 2021, o atelier de Interpretação do 3º ano do curso profissional da ACT — Escola de Atores. 

É autor do livro Pranto de Maria Parda, editado pela Bicho do Mato e, a par com Inês Barahona, do livro Ciclone — Diário de uma Montanha-Russa, editado pela Orfeu Negro e vencedor do Prémio Autores SPA (2020).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Formiga Atómica é uma entidade apoiada por